Essa é uma antela plano terra. Simples e eficiente. Mas custa caro e não é tão portátil quanto precisamos para se transportar durante caminhadas ou voo bivaque.
Quando não temos alcance de rádio suficiente é possível usar uma antena externa acoplada ao rádio portátil de modo possamos içá-la em uma árvore ou mesmo ergue-la com o auxilio de uma vara.
Com pouco investimento você poderá fazer uma que ficará parecida com essa.
Você vai precisar
1 conector UHF fêmea de base quadrada (SO239) **OBS: o termo UHF é como ele é comumente chamado. Não tem relação com a freqüência que você vai usar.
10 metros de cabo coaxial RGC58 (pode ser o RG58 também, mas o RGC tem menos perda.
** Veja na loja de componentes se o pessoal já te vende o cabo pronto. Vai te facilitar a vida. Se não for possível, terá que instalar os dois conectores. Dá um trabalhinho, mas nada impossível.
1 conector UHF macho (PL259)
1 conector BHC macho (se seu radio for padrão SMA, peça o conector apropriado)
5 x 50cm de fio de cobre (escolha um que possar ser dobrado para melhor caber na mochila)
Esse projeto é muito simples, barato e não requer conhecimentos aprofundados de eletrônica.
A primeira coisa é calcular o tamanho da antena. se você quiser aprender veja o vídeo, se não, use a fórmula:
Formula: 7125 = X cm
Freqüência (mhz)
Exemplo: 7125 = 48,7 cm
146,300
Se a frequência fosse 145,5 então o tamanho do elemento irradiante seria esse, 48,7.
A soldagem dos elementos deve ser mais ou menos assim:
O acabamento fica dependendo de sua habilidade, tempo e paciência. O tamanho das astes de baixo (o plano terra) não é tao crítico, pode ser um pouco maior que o calculado. Mas aste de cima (o irradiante) deve ter o tamanho exato.
Você pode usar terminais soldados e prendê-los com parafusos e porcas. Ou pode soldar diretamente o conector. O angulo de mais ou menos 120 graus é importante para um acoplamento perfeito. Nesse angulo a antena terá 50 ohms e assim acopla perfeitamente com a impedância do radio.
Mas em um caso de emergência talvez você não consiga por a antena retinha, com angulo perfeito. Não se preocupe. Vai funcionar.
O ideal é ter um wattímetro ou medidor de SWR para fazer o ajuste fino. Mas se fizer tudo certinho como acima demonstro, provavelmente sua antena vai funcionar bem.
Para facilitar um possível "içamento", você pode fazer uma pequena argola na ponta do irradiante.
Obs: nesse caso, o tamanho do irradiante se mede incluindo essa argola.
Quando escrevi sobre o kit roubada relacionei uma série de itens interessantes para se levar consigo em um dia de voo. Mas qual o peso da precaução? Não podemos nos esquecer de que temos limites quanto ao peso e ao volume das coisas que carregamos. Há algum tempo tenho procurado uma boa relação entre tudo que acho necessário carregar e o peso que estou disposto adicionar em meu equipamento. Coloco abaixo algumas reflexões baseadas em minha experiencia pessoal, portanto esse não é um artigo exaustivo. Não deixa de ser, entretanto, uma referência para quem está começando pensar nisso.
Além da questão do conforto, o peso de decolagem não deve ultrapassar os limites estabelecidos pelos fabricantes de parapentes. Voar acima desse limite (ou abaixo dele) pode significar aumento no fator de risco para o piloto.
Pensando nessa conta fiz uma tabela com o peso de diversos itens. Inicialmente pensei apenas no kit roubada, mas depois vi que considerar todo o equipamento era mais interessante.
Selete - 4,5 Kg
Velame e selete são os fatores que mais pesam na balança. Impulsionados pelo sucesso do XAlps há algum tempo os fabricantes estão olhando com mais carinho para as versões light de equipamentos. Minha primeira ressalva: equipamentos leves não são tao resistentes quanto equipamentos padrão. Isso vale tanto para velames quanto para seletes.
Hoje boas opções de velas e seletes leves. Pessoalmente optei por voar com velas padrão pela questão da durabilidade. Como estou beirando os três dígitos, minha vela pesa cerca de 6,2 kg.
No quesito selete, há boas opções, tanto reversíveis quanto carenadas leves. Optei pela Ozium da Ozone que me custa cerca de 2,6 kg que somados ao parapente reserva resulta em um conjunto de 4,5 Kg. Nada mal se considerar que isso é metade do peso da maioria das seletes por aí. Mas ela não tem contêiner frontal para instrumentos. No lugar dele apenas uma placa de velcro. Nele cabe exatamente o Flymaster e o rádio. Como gosto de ter algumas coisas com acesso rápido adotei um porta instrumentos padrão da Sol que me custa pouco cerca de 0,6 Kg. Tenho ainda a opção de não usá-lo e economizar esse meio quilo, mas no dia a dia tenho preferido usá-lo.
Os itens que elenquei abaixo vão desde os obrigatórios, passando pelos essenciais até os relativamente importantes.
Separei em dois grandes grupos. O primeiro, composto por itens a serem carregados no porta instrumentos.
O segundo, composto por itens que podem ficar acondicionados na selete ou mochila.
Esses são os meus itens, talvez você tenha suas preferências pessoais ou precise considerar algumas questões regionais.
Porta instrumentos - 2,3 Kg
* peso em gramas
Selete / Mochila - 3,2 Kg
* peso em gramas
Alguns itens saem fácil da lista. Se não for caminhar muito, por exemplo, não é necessário carregar os bastões de caminhada. Nem tampouco é essencial usar uma Gopro. Algumas vezes é interessante ter um anemômetro, mas a gente se vira sem ele...
Outros itens, como rádio, documentos ou capacete são essenciais.
Agora, baterias reserva, remédios, celular, antena de ganho, comida e água poderão salvar sua vida ou a de um colega no caso de um acidente. Outros como canivete ou lanterna poderão ser úteis em diversas ocasiões.
Uma das coisas que mais me impressionou quando eu tomei contato com o voo livre foi a capacidade do instrutor de dizer onde haveria boas condições de vento para o voo. Eu ficava pensando como ele conseguia saber aquilo.
Passados muitos anos, aprendi que a análise do clima é uma das principais tarefas do piloto. Isso é básico. Todo piloto deve ter a clara noção das condições climáticas e suas consequências para o seu voo.
Hoje há muitas ferramentas que nos auxiliam nessa tarefa, tantas que não seria possível elencar todas. Mas um delas parece ser consenso entre os pilotos e tem sido minha preferida. Como tenho alguns amigos que não conhecem, resolvi fazer um vídeo e apresentar o XC-Skies pra galera.
Esse vídeo serve para quem nunca usou a ferramenta, pois é bem básico e eu tento mostrar passo a passo desde o início. Também sou um simples aprendiz, mas vamos compartilhar, por que não? Talvez futuramente possa fazer uma postagem mais aprofundada.
Escrevi esse artigo apenas para auxiliar pessoas com poucos conhecimentos sobre radiocomunicação. Portanto, uso linguagem mais simples possível e evito entrar em aspectos demasiadamente complexos. Do mesmo modo, não pretendi abordar o tema de forma exaustiva. Muito há para se discutir sobre esse tema!
Enjoy it!
Talvez você já tenha passado pela experiencia de estar em uma rampa se preparando para decolar quando seu rádio começa a chiar... Ou, pior, quando isso acontece durante o voo.
Algumas vezes os pilotos pensam que se trata de algum rádio transmitindo acidentalmente. Isso pode até acontecer, mas geralmente esses chiados são simples interferências.
Esse é um problema moderno que afeta a todos nós em nosso dia a dia, mas nem todo mundo percebe.
Somos rodeados por um monte de coisas que provocam "poluição eletromagnética". É a chamada interferência eletromagnética, ou IEM.
Estamos rodeados de fontes de poluição eletromagnética: computadores, motores elétricos, lâmpadas de led e fluorescentes, transformadores de energia em postes, eletrodomésticos em geral etc...
Na maioria das vezes isso fica invisível, mas já há estudos sérios analisando o impacto disso em nossa saúde e em nossa vida cotidiana.
Praticamente tudo que depende de um sinal de rádio pode estar sujeito a uma interferência: controles remotos, modems, telefones celulares, telefones sem fio, GPS´s, rádios e televisões, por exemplo.
Em nosso caso, pilotos, montanhistas ou radioamadores em geral, percebemos interferências quando estamos nas rampas de voo, nas montanhas ou simplesmente quando usamos nossos equipamentos em determinados locais e/ou horários.
Veja abaixo. Temos um sinal principal, interferências abaixo do nível de squelch e uma interferência acima do nível de squelch. Nesse esquema, o nível de squelch é apenas uma simulação. Vemos uma situação de grande poluição de radiofrequência pois o sinal interferente é quase tão forte quanto ao sinal principal.
Devemos ajustar o squelch dos nossos rádios para para que fique acima dos ruídos e interferências, mas abaixo do sinal principal.
Na prática, ajustamos para o mínimo possível para que o rádio fique o mais sensível possível. Veja o esquema abaixo**:
** Adaptado de <http://www.mecatronicaatual.com.br/artigos/870-rdio-interferncia>
Ajustar o squelch do seu rádio é muito simples. No vídeo abaixo eu dou algumas dicas e mostro mais algumas coisas...
Apenas como curiosidade, aqui está as formas de onda geradas pelos HT´s usados no vídeo:
Fique à vontade para complementar, postar dúvidas, comentários, críticas ou elogios.
Mosquetões são projetados para muitas aplicações. Cada aplicação tem uma particularidade e precisa de um mosquetão adequado a ela.
*O índice VDM mede as possibilidades de um dado evento resultar em merda.
(Vai Dar Merda)
Afinal, merdas acontecem.
Nesse post vou propor algumas reflexões sobre os mosquetões usados em voos de parapente.
Como montanhista a questão 'mosquetão'
sempre esteve mais ou menos resolvida para mim. Mas no meio do voo livre eu
sempre ouvia que "há muitas coisas que podem acontecer antes de dar
problema com seu mosquetão". Essa frase reflete a crença de alguns pilotos
de que essa peça é super dimensiona e não sofre as mesmas exigências que em
outras atividades, como aquelas decorridas de quedas em escaladas, por exemplo.
Assim, está longe de dar problemas.
Contudo, já houve casos de acidentes com
mosquetões, tanto pela ruptura de materiais quanto pela falha mecânica ou uso
inadequado.
Uma coisa muito relevante é que em caso de ruptura o desconexão de um dos mosquetões a tarefa de lançar o reserva pode ser dificultada.
Nesse vídeo dá medo só de olhar, imaginem uma turbulência mais forte:
Veja esse interessante teste de vibração mostrando que mosquetões de rosca abrem-se com relativa facilidade quando submetidos à vibração:
Mas eu comecei a dar mais atenção aos mosquetões do meu equipamento de voo depois que registrei um incidente comigo mesmo, como podem ver no vídeo abaixo:
Eu flagrei a mesma coisa durante o pouso pela checagem das gravações de vídeo. Sem risco, pois ocorria durante a corrida no chão, mas vai saber quantas vezes isso ocorreu?
Detectado o problema, eu comecei a estudar para entender como ele ocorria pois apenas trocar o mosquetão não meu ensinaria nada. Elaborei algumas hipóteses e passei a observar e registrar o comportamento do dito cujo. Para isso usei a GoPro.
Depois de três voos já foi possível compreender as causas do problema.
A primeira constatação foi de que isso ocorria na decolagem, pois eu, piloto novo, tendia a manter as mãos próximas aos tirantes logo após decolar. Isso fazia com que eu "raspasse" as costas do dedão no mosquetão e girasse a trava que liberava usa abertura.
Um mosquetão novo do mesmo tipo simplesmente fecharia novamente, mas o meu já era usado e possuía uma pequena rebarba que algumas vezes dificultava seu fechamento imediato.
Essa rebarba fazia a trava esbarrar na borda e encaixar perfeitamente, com isso mosquetão não fechava.
Um detalhe extremamente simples, mas o suficiente para eleva o índice VDM.
Sabemos que zerar esse índice é o objetivo do todo piloto consciente.
Mesmo durante as decolagens, talvez o mesmo tenha ocorrido mais vezes sem que eu percebesse.
Devemos lembrar que a resistência de um mosquetão aberto diminui para até 1/3 do seu valor nominal. Isso é expresso na maioria dos mosquetões, como se pode ver no detalhe abaixo. Nesse caso, em posição normal a resistência do mosquetão é de 18 Kn. Aberto é de apenas 6 Kn.
Portanto, o mosquetão não deve abrir em voo!
Além da possibilidade de ruptura, uma conjunção de eventos pode aumentar as chances de escape do tirante. Na foto ao lado temos ilustração uma situação delicada pela qual eu não gostaria de passar. A foto é de fonte desconhecida*** (talvez não real), mas ilustra bem a situação.
Enquanto fazia os testes pesquisei alternativas de mosquetões que me dessem mais segurança e encontrei dois modelos que me agradaram.
Um deles é este abaixo, comercializado pela Sol. Observem que a trava é dupla. para abrir você precisa puxar para cima e girar para o lado.
Outro modelo interessante é o que eu resolvi adotar. Está disponível nos site Alta Montanha.
Nesse caso, para abrir o mosquetão se faz necessário pressionar uma pequena trava abaixo da parte móvel do mosquetão.
Quando ainda estava na escolinha eu usava esse modelo e achava ruim de abrir, pois precisa ter 'jeito'. É justamente a necessidade de 'jeito' que me faz confiar mais nessa peça hoje.
Quando troquei de selete mantive o mesmo par de mosquetões. São os que uso até hoje e que pretendo continuar usando.
Fatores que elevam o índice VDM:
Comprar mosquetões usados;
Usar mosquetões inadequados ao tipo de uso específico;
Bater o mosquetão contra superfícies rígidas (pode gerar micro fissuras internas);
Não fazer inspeção frequente;
Achar que isso nunca vai dar problema.
É isso.
Bons e seguros voos!
Upadate 1
Como foi bem lembrado por amigos leitores do blog, eventualmente o fechamento automático pode ser dificultado por sujeira, detritos, areia etc... A inspeção frequente dos mosquetões deve incluir quando necessário limpeza e lubrificação. Se mantemos nossos mosquetões longe da areia e da terra é provável que raramente seja necessário lava-los. No voo livre isso é mais fácil que na escalada onde mosquetões ficam literalmente em contato com as rochas. Ainda assim, estamos sujeitos a pousar em locais de areia, alagados, arados, água...
No caso de pousar na água em situações de emergência, ou em algum SIV, faça inspeção, limpeza e lubrificação das peças. Talvez as piores situações sejam lama e água salgada. Atente para isso.
Em seu blog, o escalador Eliseu Frechou** sugere lavar mosquetões de escalada, Segundo ele, pode-se usar água quente e sabão mesmo. Após lavar deve-se secar completamente no sol e depois lubrificar as partes de encaixe móveis e mola. Para lubrificar pode-se usar óleo ou grafite. Mas atenção: óleo em excesso pode ser um problema maior, pois há chance de o excesso de óleo servir de agregador de pó e areia e também sujar a selete. Deve ser, portanto, na medida.
* Agradecimentos pela contribuição de João Marcelo Maschião
** https://eliseufrechou.wordpress.com/2013/12/04/lubrifique-os-mosquetoes-de-escalada/
Upadate 2
*** Agradecimentos ao Adriano José dos Santos pelo envio da foto.
Esse radio tem atraído bastante a atenção mundo afora. Primeiro porque é leve, compacto e atende as necessidades da maioria das pessoas. Segundo porque é muito barato.
O manual em inglês, entretanto, dificulta a operação para quem não domina esse idioma. A boa notícia é que a maioria das funções são comuns a outros HT's ja conhecidos e mais tradicionais. Outra boa notícia é que já há algumas traduções disponíveis como essa do colega radioamador PU5SSR gentilmente disponibiliza em seu site juntamente com informações sobre outros rádios Baofeng.
Esse rádio já possui apresentações e revisões no youtube, assim eu não vejo a necessidade de fazer mais uma. Eu recomendo o review feito pelo Joao Roberto, PY2-JF do Clube de Radioamadores de Americana.
As funções são praticamente as mesmas para as demais versões, inclusive para o GT-3 que é uma versão mais sofisticada e atual desse rádio.
Menu
Descrição
0 SQL
Squelch - Nível do silenciador
1 STEP
Step - Passo de frequência
2 TXP
Potência de transmissão
3 SAVE
Economizador de bateria
4 VOX
Operação de vox
5 WN
Largura de banda de audio - estreita/larga
6 ABR
Tempo de iluminação do display
7 TDR
Função de dupla recepção
8 BEEP
Liga/desliga som do teclado
9 TOT
Desligamento automático da transmissão
10 R-DCS
Recepção de subton digital (digital squelch code)
11 R-CTCS
Recepção de subton
12 T-DCS
Transmissão de subton digital
13 T-CTCS
Transmissão de subton
14 VOICE
Função de voz
15 ANI-ID
Identificação automática por número (programação via software)
16 DTMFST
Transmissão de DTMF (som do teclado) durante transmissão
17 S-CODE
Seleção de código para transmissão ANI (programação via
software)
18 SC-REV
Função de varredura (scan) - altera tipo de varredura
19 PTT-ID
Seleção de identificação de transmissão
20 PTT-LT
Seleção de tempo de transmissão de código de identificação
21 MDF-A
Seleção do display A - Name, Frequência ou numero do canal
22 MDF-B
Seleção do display B - Name, Frequência ou numero do canal
23 BCL
Bloqueio de transmissão quando estiver recebendo sinal
24 AUTOLK
Auto bloqueio do teclado
25 SFT-D
Separação de frequência - Shift -/+ para operação repetidora
26 OFSET
Separação de frequência para operação repetidora
27 MEM-CH
Seleção de numero de canal para memória
28 DEL-CH
Seleção de numero de canal para exclusão
29 WT-LED
Seleção de cor do display em stand by
30 RX-LED
Seleção de cor do display na recepção de sinais
31 TX-LED
Seleção de cor do display na transmissão
32 AL-MOD
Modo alarme
33 BAND
Seleção de banda VHF/UHF
34 TDR AB
Seleção da frequência de transmissão durante dupla recepção (dual watch)
35 STE ON
Eliminação de sinal de final de cambio em simplex (ruído ou
ton)
36 RP-STE
Seleção de recepção de tom no final do cambio (repetidora)
37 RPT-RL
Tempo de recepção no final do cambio (repetidora)
38 PONMSG
Informações do display na inicialização do radio
39 ROGER
Beep de confirmação (roger beep)
40 RESET
Seleção de reset de VFO apenas ou reset total
A coisa é simples. Com o rádio na mão, vá alterando as funções do menu e verificando o comportamento do rádio.
Sabemos que o rádio VHF é um equipamento obrigatório na prática do voo livre. E sabemos o quanto é útil te um rádio a mão para se comunicar com os colegas antes, durante ou após o voo.
Este post é principalmente para os usuários do rádio Icom VHF IC-V80. Contudo, também poderá ser útil a usuários de outros modelos, pois as funções básicas dos HT´s são em sua maioria as mesmas.
O Keypad
Veja abaixo para que serve cada tecla do keypad:
O Display
O display do IC-V80 é bem simples, como é todo o rádio. Mas mostra com objetividade as funções ativas.
Indica sinal na recepção e sua intensidade
Indica sinais transmitidos e a potencia
Indica funções de subtons
Indica operação no modo memória
Indica frequência/memória em operação
Indica nível de carga da bateria
Indica que o teclada foi bloqueado
Indica ativação do vox (depende de acessório)
Indica o passo de sintonia
Indica o canal quando operando em modo memória
Indica ativação do desligamento automático (não disponível em todas as versões)
Indica ativação da função duplex
Indica ativação de salto de memória durante a varredura
Indica ativação do modo função
Indica ativação da transmissão
A intensidade dos sinais recebidos é indicada por estes sinais
Há também a indicação da potencia usada na transmissão
A indicação de carga da bateria deixa a desejar. . Quando indicar metade da carga, poder na verdade significar que a bateria já está no fim. Assim, quando no display não estiver mais indicando bateria "cheia" trate de carregar.
As funções
Este rádio é bem simples, mas tem muitas funções. O vídeo abaixo é uma descrição mais detalhada das funções do rádio.